Escrito por: Equipe Bolso do Investidor
Data da publicação: 24 de setembro de 2025
Força do fenômeno e chegada a Hong Kong
O super tufão Ragasa, um dos ciclones tropicais mais potentes já registrados em 2025, atingiu Hong Kong nesta terça-feira (24) trazendo ventos de altíssima velocidade e chuvas torrenciais. As autoridades locais classificaram o episódio como uma das tempestades mais fortes da última década, com rajadas superiores a 200 km/h e risco elevado de inundações costeiras.
Medidas emergenciais e paralisações na cidade
Para conter os efeitos da tempestade, o governo suspendeu aulas em escolas, interrompeu transporte público e recomendou que empresas adotassem trabalho remoto. O aeroporto internacional de Hong Kong também teve centenas de voos cancelados, impactando não apenas passageiros locais, mas conexões internacionais que utilizam a cidade como hub estratégico.
Impactos em Guangdong e regiões próximas
Na província de Guangdong, no sul da China, mais de um milhão de pessoas foram retiradas de áreas de risco em função de alertas de enchentes e deslizamentos. Estradas foram interditadas e redes de energia elétrica registraram falhas em vários pontos, deixando milhares de residências sem luz.
Consequências econômicas e riscos futuros
O tufão chega a uma região que concentra um dos maiores polos industriais do mundo, responsável por exportações em larga escala de eletrônicos, têxteis e produtos químicos. Interrupções em fábricas, atrasos logísticos em portos e suspensão de operações marítimas já preocupam investidores e autoridades. Especialistas afirmam que, dependendo da duração dos impactos, cadeias globais de suprimento podem sentir reflexos imediatos.
Fechamento explicativo:
O super tufão Ragasa reforça os riscos crescentes de eventos climáticos extremos sobre grandes centros urbanos e regiões industriais estratégicas. Além de ameaçar vidas e infraestrutura, episódios como este expõem a vulnerabilidade das cadeias de fornecimento globais. Para o investidor, acompanhar os desdobramentos não é apenas questão de geopolítica, mas também de entender potenciais efeitos sobre comércio, logística e mercados internacionais.
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