Publicado por: Equipe Bolso do Investidor
Data da publicação: 05/10/2025
O cenário global e o destaque das big techs
Com os índices americanos encerrando setembro em alta, o mercado internacional começa outubro com o foco voltado novamente para as grandes empresas de tecnologia. O avanço da inteligência artificial, o crescimento do mercado de nuvem e a recuperação do consumo digital levaram as corretoras brasileiras a reforçar sua confiança nas big techs.
De acordo com levantamentos de mercado, as ações internacionais mais recomendadas para este mês incluem Amazon (AMZO34), Alphabet – Google (GOGL34), Microsoft (MSFT34), Nvidia (NVDC34), Meta (M1TA34) e Alibaba (BABA34). Essas companhias vêm demonstrando forte geração de caixa, capacidade de inovação e um poder de adaptação que as coloca em posição de destaque mesmo em cenários de incerteza econômica global.
Por que essas empresas estão no radar dos analistas
O que une as recomendações é o consenso de que essas gigantes seguem entregando resultados sólidos e explorando novos vetores de crescimento. O setor de tecnologia, após um período de volatilidade, voltou a ser visto como espaço de oportunidade — especialmente em áreas ligadas à inteligência artificial, computação em nuvem e monetização de plataformas digitais.
Para os investidores brasileiros, aplicar em empresas internacionais também oferece diversificação e proteção cambial, reduzindo a exposição aos riscos locais e ampliando as oportunidades de retorno em dólar.
Destaques das ações mais recomendadas
Amazon (AMZO34) – A companhia segue como uma das favoritas entre as corretoras, sustentada pelo crescimento da AWS (Amazon Web Service), sua divisão de computação em nuvem, e pela expansão de receitas com streaming e assinaturas do Prime. O ecossistema diversificado e a eficiência operacional tornam a Amazon uma aposta de longo prazo para investidores que buscam empresas inovadoras e financeiramente robustas.
Alphabet – Google (GOGL34) – A dona do Google permanece no topo das recomendações graças à sua dominância no setor de publicidade digital e ao avanço em inteligência artificial. Analistas destacam a sólida geração de caixa e o potencial de crescimento anual na casa dos dois dígitos até 2027, impulsionado pela integração de IA em seus produtos e serviços.
Microsoft (MSFT34) – A empresa continua colhendo os frutos de sua aposta em IA, especialmente com o Azure e os Copilots integrados a softwares corporativos. O portfólio diversificado e o posicionamento em tecnologia de nuvem colocam a Microsoft como um dos ativos mais resilientes do mercado global.
Nvidia (NVDC34) – Referência mundial em chips gráficos e processamento de dados, a Nvidia é considerada peça-chave na infraestrutura da inteligência artificial. Seus produtos são amplamente utilizados em data centers, jogos e aplicações de machine learning, o que sustenta o otimismo das casas de análise.
Meta (M1TA34) – A controladora do Facebook, Instagram e WhatsApp têm mostrado forte recuperação de receita e rentabilidade. Além disso, vem se posicionando no segmento de realidade aumentada e virtual, apostando no metaverso e em novas formas de monetização de sua base de bilhões de usuários.
Alibaba (BABA34) – Entre as empresas asiáticas, a gigante chinesa surge como destaque após meses de valorização. A melhora das perspectivas econômicas na China e o fortalecimento de sua operação de e-commerce e nuvem levaram as corretoras a retomar o papel como alternativa interessante de exposição à economia asiática.
Conclusão: inovação e resiliência em foco
A nova carteira internacional de outubro reforça o poder das big techs e a confiança dos analistas em modelos de negócio baseados em inovação e receita recorrente. Mesmo diante de desafios regulatórios e da concorrência crescente, essas empresas seguem como referência global em tecnologia, eficiência e geração de valor.
Para o investidor brasileiro, elas representam uma forma de diversificar o portfólio e se expor às tendências que moldam o futuro da economia digital. O segredo está em manter a visão de longo prazo e usar o atual momento de estabilidade global para posicionar-se de forma estratégica.
Fonte: InfoMoney –

