BB Seguridade aprova R$ 4,95 bilhões em dividendos e eleva payout de 2025 para 96,7% do lucro

Escrito por: Equipe Bolso do Investidor
Data da publicação:10 de fevereiro de 2026

A BB Seguridade comunicou nesta segunda-feira que seu conselho de administração aprovou a distribuição de R$ 4,95 bilhões em dividendos referentes ao lucro líquido do segundo semestre de 2025. A decisão foi divulgada por meio de fato relevante ao mercado.

Segundo a companhia, o valor corresponde a R$ 2,55 por ação, já considerando os dividendos prescritos e excluindo o saldo de ações mantidas em tesouraria. O pagamento deverá ocorrer em até 60 dias após a divulgação do resultado anual de 2025.

Dividendos elevam remuneração ao acionista

Com a nova aprovação, a soma dos dividendos distribuídos ao longo de 2025 alcança R$ 8,7 bilhões. O montante representa 96,7% do lucro líquido apurado no ano, percentual já indicado anteriormente pela empresa e que reforça a política de forte remuneração aos acionistas.

A BB Seguridade informou ainda que os dividendos serão corrigidos pela taxa Selic desde a data do balanço, em 31 de dezembro de 2025, até a data efetiva de pagamento, prevista para 2 de março de 2026.

Datas de corte e negociação

A posição acionária considerada para o recebimento dos dividendos será a do dia 12 de fevereiro de 2026. A partir de 13 de fevereiro, as ações da companhia passarão a ser negociadas na condição ex-dividendos. O comunicado reforça a estratégia da BB Seguridade de manter elevado nível de distribuição de resultados, alinhada à sua geração de caixa e ao modelo de negócios com menor exigência de capital.

Visão Bolso do Investidor

Dividendos elevados tornam a BB Seguridade um ativo relevante para investidores que buscam renda recorrente. Um payout próximo de 100% do lucro indica forte retorno ao acionista, mas também exige atenção à sustentabilidade futura dos resultados. Para quem investe com foco em proventos, acompanhar a consistência do lucro e a política de distribuição da companhia é essencial para avaliar o potencial de longo prazo.

Fontes: InfoMoney