STF manda bloquear R$ 389 milhões de sindicato ligado a irmão de Lula, aponta reportagem

Escrito por: Equipe Bolso do Investidor
Data da publicação: 15/10/2025

O Supremo Tribunal Federal (STF) determinou o sequestro de R$ 389 milhões em bens do sindicato ligado ao irmão do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, conforme reportagem divulgada nesta quarta-feira (15). A medida é parte de investigação que aponta uso indevido de recursos públicos e irregularidades administrativas.

Segundo a matéria, a decisão do STF atendeu pedido da Procuradoria-Geral da República (PGR). O tribunal entendeu que há indícios de dano ao erário e risco de dilapidação patrimonial caso os valores fiquem livres, justificando a medida cautelar.

O sindicato em questão tem vínculos próximos ao irmão de Lula, embora o nome da entidade e detalhes específicos sobre a origem dos recursos sob investigação não tenham sido completamente expostos no relatório divulgado. A reportagem indica que o montante foi bloqueado para garantir eventual reparação em caso de condenação final.

Fontes consultadas pelo jornal sugerem que os bens sequestrados abrangem imóveis, contas bancárias e participações societárias. O pedido inicial da PGR, segundo o divulgar, visava assegurar que recursos públicos desviados não possam ser movimentados enquanto tramita o processo.

A decisão do STF ocorre em meio a um crescimento das investigações sobre entes ligados ao ex-governo federal, com diversos desdobramentos em tribunais superiores. Esse processo específico reforça a atenção do Ministério Público sobre operações financeiras complexas e uso de entidades de apoio político para movimentação de recursos.

Conclusão

A determinação de sequestro de R$ 389 milhões pelo STF é passo contundente numa das frentes mais sensíveis da investigação sobre atores próximos à liderança política. O bloqueio busca prevenir que bens sejam dissipados até que se esclareça a origem e responsabilidade pelos recursos. O caso deve ganhar capítulos decisivos nos tribunais superiores nos próximos meses.


Fontes:InfoMoney